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Para maior produtividade: use um mouse sem fronteiras

Na era da informação, o uso da máquina – entenda-se computador – é indispensável no exercício de qualquer atividade profissional ou de estudo. Nesse contexto, a busca por maior produtividade passa por certo “conforto” no uso das ferramentas disponíveis – continuo me referindo ao uso do computador. E é nessa perspectiva que a genialidade dos analistas e desenvolvedores de aplicativos vem nos socorrer.

Já faz algum tempo – na verdade, faz tempo pra caramba – que os monitores dos computadores deixaram de ter aquele formato um tanto quadrado (com relação de 4:3) e passaram a ter uma melhor proporção largura x altura (com 16:9 de aspecto) que nos possibilita a divisão da tela – com relativo conforto – por dois aplicativos simultâneos.

Com um monitor assim, podemos usar o Microsoft Word ocupando metade da tela para digitarmos um documento qualquer, enquanto na outra metade podemos usar o navegador Microsoft Edge para realizar nossas pesquisas na Internet, por exemplo.

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Figura 1 – Aspecto de um monitor de computador com dois aplicativos de produtividade compartilhando uma tela de aspecto 16:9.

Ainda assim nada substitui o conforto do uso de dois – ou mais – monitores num computador.

Sou analista e desenvolver de sistemas e no meu dia a dia no trabalho utilizo dois computadores, cada um com dois monitores. Ou seja, tenho quatro monitores ao meu redor. Isso não é exagero, mas antes um recurso fundamental para minha produtividade! Para desempenhar minhas atividades diárias seria contra-produtivo trabalhar utilizando apenas um único monitor.

Tá, tudo bem, mas em casa? Em casa eu tenho apenas um PC, com apenas um monitor, além de meu notebook. E é aqui onde a coisa pode ficar interessante!

Justamente por causa desse tipo de situação, o pessoal do projeto Microsoft Garage desenvolveu um aplicativo chamado Mouse without Borders  que permite o controle e compartilhamento de recursos entre dois computadores – tipicamente um PC com um notebook –, a partir de um dos equipamentos, utilizando-se de uma mesma infraestrutura de rede local (como a rede Wi-Fi que temos no trabalho e em casa).

Como posso fazer isso? Bem, a ideia é simples: colocar o notebook ao lado do monitor do PC e usar o aplicativo Mouse without Borders em ambos os dispositivos para permitir o controle dos mesmos a partir de um único teclado e mouse.

Que ideia incrível, não é mesmo? Com isso, além de passar a ter dois monitores, lado a lado, podemos usar do poder de processamento e memória dos dois dispositivos para tarefas distintas.

  • Microsoft Garage é um projeto dos laboratórios da Microsoft que permite que seus funcionários trabalhem em pesquisas que muitas vezes não têm nenhuma relação com a sua principal função dentro da empresa. Nesse projeto, os desenvolvedores podem usar de sua criatividade para criar soluções que possam lhes trazer maior produtividade e conforto no dia a dia. Isso é que é empresa! Thumbs up

Veja o meu caso em particular, usando o exemplo no início deste post:

Posso manter o editor de textos Microsoft Word em tela cheia no meu PC – que possui um monitor maior e mais confortável para leitura e digitação – enquanto utilizo o navegador Microsoft Edge no meu notebook, para fazer as pesquisas na Internet. Isso tudo sendo controlado a partir do teclado e mouse do meu PC, que são bem mais confortáveis que o teclado e touchpad  do notebook. Posso fazer isso sem sequer precisar tocar no notebook, bastando arrastar o ponteiro do mouse para além da fronteira da tela do PC, de acordo com o lado ao qual esteja posicionado o notebook.

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Figura 2 – Aspecto de meu home office, onde utilizo meu notebook como monitor secundário para minhas atividades no PC através do aplicativo Mouse without Borders, controlando tanto o PC como o notebook com um único teclado e mouse, proporcionando maior produtividade.

Em meu home office utilizo o notebook à esquerda do monitor do meu PC, então para acessar o conteúdo do notebook eu simplesmente arrasto o ponteiro do mouse para além da lateral esquerda do monitor de meu PC e instantaneamente – como num passe de mágica – o ponteiro do mouse aparece no monitor do notebook.

A partir desse instante, o teclado e o mouse – conectados ao meu PC – passa a controlar o notebook. O procedimento inverso também é válido, ou seja, quando forço o ponteiro do mouse além da lateral direita da tela do notebook, o teclado e o mouse passa a ser novamente do PC.

Então, isso seria útil às suas atividades? Se sim, baixe o aplicativo gratuitamente no link oficial do projeto Microsoft Garage e passe a ter “dois monitores” no seu ambiente de trabalho ou em casa usando os dispositivos que já possui, sem qualquer custo adicional. Winking smile

Link para download do aplicativo gratuito Mouse without Borders:
https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=35460

Se quiser relatar algo a respeito de como você usa seu PC e seu notebook ou o que você faz para aumentar sua produtividade, fique à vontade em usar os comentários deste post.

Poupando Tempo no Uso do E-mail

O objetivo da tecnologia é nos servir, consumindo o mínimo possível de nosso tempo com manutenção desnecessária. Automatizar processos é chave para isso. Mas, como em qualquer área, o conhecimento da ferramenta e seus recursos é fundamental.

O e-mail é um instrumento muito importante no nosso dia a dia. Uma de suas muitas utilidades – na minha opinião – é o recebimento de mensagens com notificações de serviços que assinamos, como notícias, dicas de filmes, eventos, grupos de estudo etc.

Dependendo da frequência do recebimento dessas mensagens, no entanto, o que era bom pode se tornar um transtorno devido a necessidade de eventualmente termos que parar para dar manutenção em nossa caixa postal. E isso – cá pra nós – é um pé no saco!

Mas calma… Tem como resolver esse inconveniente sem precisarmos cancelar o recebimento das notificações que queremos depois de algum tempo simplesmente por que recebemos mais mensagens do que damos conta de lê-las.

Abaixo, vou mostrar como faço pra gerenciar minhas mensagens de notificação de serviços que recebo diariamente, semanalmente ou eventualmente.

As instruções servem para o serviço de correio eletrônico que utilizo – que é o Microsoft Outlook (ou, para os da minha época, o famoso Hotmail). Não posso afirmar se outros serviços de e-mail possuem recurso semelhante e – caso possuam – se os procedimentos são idênticos ao do Outlook. Então, se o seu e-mail termina com @outlook.com, @outlook.com.br, @hotmail.com, @live.com ou qualquer domínio do serviço de e-mail da Microsoft, vamos lá!

Primeiramente, abra o seu e-mail, digitando no seu navegador: outlook.com ou hotmail.com. Qualquer um desses endereços abrirá o seu e-mail. O próprio serviço da Microsoft direcionará para outlook.live.com.

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Figura 1 – Acessando o e-mail, digitando no navegador: outlook.com ou hotmail.com.

Vá para a pasta da sua Caixa de Entrada, que é onde as mensagens recebidas são armazenadas por padrão, e procure por uma das mensagens da lista de mensagens que você quer gerenciar.

Neste exemplo, vou gerenciar o recebimento de notificações do serviço de streaming da Netflix, que me fornece sugestões de filmes e séries baseados no meu perfil.

Eu gosto deste serviço, mas não é todo dia que tenho tempo para acessar todas as mensagens. Perceba, na imagem abaixo, a quantidade de mensagens da Netflix recebidas num curto espaço e tempo. Temos a mais recente – em destaque – e as anteriores, mais antigas, até mesmo de meses anteriores.

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Figura 2 – Minha Caixa de Entrada contendo várias mensagens de notificação da Netflix.

Bom, geralmente me interessa a mensagem mais recente do serviço – na imagem de exemplo acima, seria a mensagem que está no topo da tela, a de sábado às 11:35, com o assunto: “Principais sugestões para Carlinhos…”. As demais, são notificações mais antigas que não me interessam mais.

Leio a mais recente e obtenho as dicas do que assistir, beleza! É exatamente isso que eu quero! Mas, o que fazer com as demais? Apagar uma a uma? Que desperdício de tempo, não?

É aí que entra o conhecimento da tecnologia para usar de seus recursos ao nosso favor!
Qual a ideia, então? Vamos manter sempre a mensagem mais atual, fazendo o próprio Outlook.com excluir as mais antigas.

Funciona assim: ao chegar uma mensagem nova da lista, o próprio Outlook.com realizará a manutenção nas demais, de acordo com a nossa preferência. No meu caso – e no exemplo deste post – para as notificações da Netflix, meu desejo é que seja mantida apenas a mais atual, devendo as mais antigas serem automaticamente excluídas!

O primeiro passo é selecionar uma das mensagens da lista que deseja gerenciar. Pode ser qualquer uma da lista, não necessariamente a mais recente.
Ao selecionar, repare que há uma opção de menu chamada “Limpar” (veja a seta amarela na imagem).

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Figura 3 – Selecionando uma das mensagens da lista de notificações para gerenciar a limpeza.

Ao clicar em “Limpar” o Outlook apresentará um diálogo para que possamos configurar a limpeza automática, conforme imagem abaixo.

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Figura 4 – Programando a limpeza automática para uma lista de mensagens.

No meu caso, marquei a opção “Sempre manter a mensagem mais recente e mover o restante da pasta Caixa de Entrada” e escolhi a opção “Mover para: Itens Excluídos”. Depois cliquei em “OK”. Aguardo o processamento e…

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Figura 5 – Mensagem de sucesso ao concluir com sucesso a programação para limpeza automática.

Pronto! Resolvido o problema. A partir de agora, toda vez que a Netflix me enviar uma nova mensagem com dicas de filmes e séries a mensagem anterior será excluída automaticamente, poupando-me do trabalho de ter que gerenciar mensagens antigas e focando apenas na informação mais atual.

Este mesmo procedimento deve ser realizado para outras listas, como de notícias, fóruns, serviços etc.

Legal né? Espero que esta dica lhe seja bastante útil e que possa lhe poupar tempo no gerenciamento de mensagens de e-mail.

Projeto da Microsoft revela: Trabalhar Menos = Maior Produtividade

Como defensor da redução da jornada de trabalho em prol de uma melhor qualidade de vida e aumento da produtividade, cada vez mais me convenço da necessidade urgente das empresas e governos passarem a pensar como agentes do Século XXI, em vez de agentes do Século XIX durante a Revolução Industrial, afinal de contas já são quase 200 anos de progresso tecnológico e intelectual.  Devíamos viver melhor no século atual; ao contrário, vivemos num mundo doente.

Em 1817, Robert Owen difundiu a ideia que a qualidade do trabalho de um trabalhador tem uma relação diretamente proporcional com a qualidade de vida do mesmo e para qualificar a produção de cada trabalhador, é indispensável fornecer melhorias nas áreas de salários, habitação, higiene e educação, proibir o trabalho infantil e determinar uma quantidade máxima de horas de trabalho. Na época ele formulou o objetivo do dia de oito horas e cunhou o lema de oito horas de trabalho, oito horas para viver e oito horas de descanso. Mas isso foi há 200 anos! Nos dias de hoje essa proporção tem que ser revista o mais breve possível, para o bem de todos: empresas e empregados.

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Figura 1. Trabalhadores durante a Revolução Industrial “conquistaram” o direito a 8 horas de trabalho. As empresas exigiam até 10,5 horas de trabalho diário. Isso foi há 200 anos e até hoje o modelo de 8 horas é defendido.

Se considerarmos que das 24 horas de um dia 1/3 do tempo passamos dormindo e outro 1/3 passamos no trabalho – isso sem considerarmos que nas cidades grandes já não se consegue mais as “duas horas” para almoço, acabamos por consumir 10 horas do dia entre o início do trabalho e o horário da saída. Se levarmos em consideração o tempo – e $$$ – que gastamos no trajeto casa-trabalho e depois trabalho-casa, vamos colocar mais 1 ou 2 horas nas cidades médias e até cerca de 4 horas nas grandes cidades. Isso só pra mostrar que a relação 8 x 8 x 8 defendida por Robert Owen há 200 anos não mais se aplica atualmente.

Com tudo isso quem não se sente, nos dias de hoje, estressado? Mas como não se sentir? Que tempo temos para nós mesmos? Vivemos então apenas para o trabalho? Sério? Mesmo no Século XXI?


Uma luz no fim do túnel

As grandes corporações começam a dar sinal de que algo precisa mudar nessa relação. E algumas já estão atuando neste aspecto, enquanto outras estão “experimentando”. Até mesmo algumas cidades já estão pensando melhor na qualidade de vida de seus cidadãos.

É o caso da cidade Sueca de Gotemburgo, que realizou uma experiência em 2015 com trabalhadores da área da saúde na esperança de reduzir os problemas relacionados ao estresse e depressão. Lá, os trabalhadores da casa de repouso Svartedalens tiveram a carga horária de trabalho reduzida de 8 para 6 horas, numa tentativa de aumentar a produtividade e obter melhores resultados. Após a iniciativa em Svartedalens, outros centros hospitalares de Gotemburgo passaram a optar pela redução de jornada. O que não é novidade na cidade. Antes, a fábrica da Toyota na região optou por reduzir a carga horária de sua linha de produção. Na empresa, o resultado foi um crescimento de 25% no lucro: “Os empregados se sentem melhor, há menor rotatividade e é muito mais fácil contratar novas pessoas”, disse o diretor de operações da fábrica.

Trabalhar menos pode significar aumento na produtividade

Um estudo da consultoria inglesa Expert Market em 2016 analisou dados de 36 países (o Brasil não está entre eles). O estudo dividiu o PIB (Produto Interno Bruto) per capita – que representa a produção por pessoa, em libras (moeda britânica) – pelo número de horas trabalhadas, em média, por ano. Sete países que estão entre as maiores economias do mundo aparecem entre os dez com menor número de horas trabalhadas: Luxemburgo, Noruega, Suíça, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Suécia.

O estudo mostrou que quanto mais horas, menor é produtividade. Os países mais baixos no ranking parecem comprovar. Oito países aparecem tanto na lista dos dez com mais horas de trabalho, quanto entre os dez com menor produtividade: México, Costa Rica, Grécia, Chile, Rússia, Letônia, Polônia e Estônia. O México, por exemplo, é o país com o maior número de horas trabalhadas: 2.228 ao ano. Logo atrás aparece a Costa Rica, com 2.216. Os dois países também aparecem como os últimos em termos de produtividade.

A busca pelo trabalho eficiente

A gigante da tecnologia – Microsoft – realizou recentemente uma experiência na sua unidade do Japão. E os números são altamente favoráveis, tanto para a Microsoft como para seus funcionários.

A empresa deu aos seus funcionários um mês inteiro com fins de semana de três dias em julho de 2019. O projeto chamado “Work-Life Choice Challenge Summer 2019” mostrou um aumento da produtividade por parte dos funcionários e uma redução dos recursos usados.

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Figura 2. Microsoft no Japão faz experiência de redução de horas de trabalho.

Conforme relatado, durante o período houve uma economia de 23% no uso da energia, uma redução de 58% do uso de papel e impressão e – o melhor de tudo para a Microsoft – a produção aumentou em 40%. E quanto à satisfação dos funcionários? Como era de se esperar: 92% disseram que gostaram de trabalhar apenas 4 dias por semana.

Embora o projeto tenha durado apenas 1 mês, indica que pode haver mérito em reduzir o horário de trabalho dentro de uma semana.

Então já não é hora de se repensar uma definição que já dura 200 anos? Se a empresa ganha e se o funcionário ganha, o que está faltando?

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Figura 3. Menos horas de trabalho pode significar maior produtividade para as empresas e melhor qualidade de vida para os funcionários.

Em 1955, Cyril Northcote Parkinson publicou um artigo que ficou conhecido depois como “A Lei de Parkinson” que afirma: “O trabalho se expande de modo a preencher o tempo disponível para a sua realização”.  Ou seja, menos tempo de trabalho não significa menor produtividade. Ganha a empresa; ganha o empregado em qualidade de vida e disposição para o trabalho.

Eu acredito fielmente nisto.

O Krack e a vulnerabilidade das redes Wi-Fi

Analistas de segurança alertam que uma série de vulnerabilidades descobertas no padrão Wi-Fi (rede sem fio), denominada KRACK, deixa expostos milhões de usuários no mundo todo.

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Figura 1. Vulnerabilidade em redes Wi-Fi deixam milhões de usuários expostos.

A falha está presente nas criptografias WPA e WPA2, bastante utilizadas em roteadores Wi-Fi para disponibilizar acesso à Internet sem fio em nossas casas, no trabalho, shoppings, aeroportos etc. Em resumo: as conexões de acesso à Internet sem fio, que pensávamos estar protegidas, na verdade podem estar perigosamente expostas, conforme revela a Equipe de Preparação para Emergência de Computadores dos Estados Unidos (US-CERT):

“O impacto da exploração dessas vulnerabilidades inclui decodificação, repetição de pacotes, sequestro de conexão TCP, injeção de conteúdo HTTP entre outros.”

A vulnerabilidade exige que um dispositivo esteja no alcance de um invasor mal-intencionado.

 

Microsoft sai na frente

Em uma declaração ao The Verge, a Microsoft afirmou que qualquer pessoa que aplique as atualizações do Windows manualmente ou que mantenha o Windows pronto para aplicar as atualizações automáticas deve estar protegida:

“Nós lançamos uma atualização de segurança para resolver esse problema no dia 10 de outubro, dentro do ciclo mensal de atualizações regulares do Patch Tuesday da empresa. Os clientes que aplicaram a atualização ou que mantém ativada a opção para atualizações automáticas estão protegidos.”

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Figura 2. Microsoft já disponibilizou atualização de segurança.

 

As demais plataformas

O problema é maior para usuários da plataforma Linux e Android (cerca de 41% dos dispositivos que usam esta plataforma estão perigosamente vulneráveis), pois esses dispositivos – em especial os que usam o Android 6 ou posterior – contém uma vulnerabilidade que torna trivial a interceptação e manipulação de tráfego de rede Wi-Fi, segundo os especialistas de segurança. Contatada, a Google admite a falha em seu sistema e espera encontrar e disponibilizar uma correção nas próximas semanas.

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Figura 3. Dispositivos que usam o sistema Android, da Google, são os mais afetados.

Como a vulnerabilidade permite que alguns ataques funcionem contra todas as redes Wi-Fi que usam criptografias WPA ou WPA2, mostrando que a fraqueza está no padrão Wi-Fi, dispositivos da Apple (iPhones, iPads e MacOS) também podem estar sujeitos. A Apple ainda não se manifestou a respeito.

 

As recomendações

Se você é usuário Windows 10 (PC ou celular), basta manter o sistema configurado para atualizações automáticas e pronto!  Se ainda utiliza versões antigas do Windows, trate de migrar para o Windows 10, que é a versão mais atual e a mais segura do Windows.

Se você é usuário de dispositivos iOS e Android, evite o uso de redes Wi-Fi, dando preferência a usar a conexão 4G ou 3G de seu pacote de dados, até que seus sistemas sejam corrigidos.

Em ambos os casos, procure atualizar o firmware de seus dispositivos de rede, como roteadores, por exemplo.

A Wi-Fi Alliance, organização que certifica padrões de dispositivos de conexão sem fio, já foi alertada e prepara uma série de ações para corrigir tais vulnerabilidades juntos aos fabricantes de dispositivos.

 

Com informações de Windows Central, WindowsTeam e TecMundo.

Soluções Microsoft x Software Livre: O TCO venceu

A partir de 11 de novembro de 2016, os software e serviços da Microsoft substituirão o programa de “software livre” que nunca vingou, desde sua implantação imposta pelo governo em 2003.

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Figura 1. Produtos Microsoft voltarão a ser utilizados pelo governo brasileiro.

Sendo assim, os órgãos integrantes do SISP – Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação – deverão encaminhar manifestação de interesse em adquirir diversas soluções da Microsoft, que pode incluir produtos como: Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint etc.), Windows Professional, Windows Server e Client Access Licence, por meio de licenças perpétuas e subscrições, para atendimento das demandas dos órgãos participantes.

Durante mais de uma década a aquisição de produtos de software da Microsoft foi vista pelo governo brasileiro como um “símbolo de gastança”, mas a verdade que que o “software livre” nunca significou “gratuidade” e – no final das contas – o Custo Total de Propriedade – TCO (Total Cost of Ownership) comprovou que usar soluções baseadas em código aberto não é – e nem nunca foi – sinônimo de menor custo.

A política de adoção de “software livre” no governo sempre foi controversa, pois nunca foi adotada por organismos poderosos como Receita Federal e Banco Central, além dos bancos oficiais. Até mesmo o Ministério do Planejamento, desde o ano passado, já desobedecia a política da STI (Secretaria de Tecnologia da Informação) em prol do uso de “software livre”, quando comprou soluções e serviços da Microsoft.

Recentemente a Microsoft anunciou a escolha e a criação em Brasília do seu “Centro de Transparência”, que tem por finalidade a segurança cibernética e a troca de informações com governos da América Latina sobre a origem de ataques virtuais.

Fonte da informação: Convergência Digital

Pointing up Explicando: O TCO (Custo Total de Propriedade, tradução de Total Cost of Ownership) é um sistema de cálculo destinado à avaliação da relação custo x benefícios relacionados à compra de componentes para a gestão de TI (Tecnologia da Informação). O conceito foi inicialmente desenvolvido pelo Gartner Group, sendo que hoje existem diversas variantes que oferecem maior o menor sofisticação. O objetivo deste cálculo é a obtenção de um número que contemple todos os custos envolvidos ao longo do ciclo de vida de uma solução de TI.

Por exemplo: Uma solução de “software livre” é interpretada erroneamente – por muita gente do ramo de TI, inclusive – como algo que implica na redução de custos em detrimento o uso de soluções proprietárias, como os produtos da Microsoft.  Acontece que o uso de solução baseada em “software livre” exige o custo extra de profissionais qualificados para o desenvolvimento, suporte e manutenção das soluções, entre outras variáveis, o que é comprovadamente menos eficiente na relação custo x benefício final.

Microsoft Lumia 950 com Windows 10 Mobile: primeiras impressões

Neste artigo vou relatar minha análise inicial do novo smartphone top de linha da Microsoft, o Lumia 950, criado para ser o smartphone mais produtivo e que trabalha como um PC através do exclusivo Modo Continuum do Windows 10 Mobile.

Primeiramente a aquisição do produto no exterior me fez esperar – ansiosamente – por 30 dias. Essa foi a parte que eu não gostei. Pois é… Apesar do site da Microsoft Brasil anunciar que o produto chegará ao nosso país, até agora só temos um aviso de “em breve” e nada mais. Não teve outro jeito: tive que importar o produto! Ainda há dúvidas se este produto realmente será comercializado por aqui – espero que sim. Atualmente as condições econômicas de nosso país não estão nada favoráveis, infelizmente. Mas, com a Internet e os serviços de compras internacionais dá pra escapar.

Com o produto em mãos pude constatar sua qualidade, até então apenas “sentida” em fotos e vídeos pela Internet e opinião de terceiros. O que dizer do produto então?

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Figura 1 – Microsoft Lumia 950 usando Windows 10 Mobile.

Bom, se o Sistema Operacional Windows 10 Mobile já roda muito bem em aparelhos com 1 GB de RAM, imagina neste aparelho que possui 3 GB de RAM e 32 GB de espaço para armazenamento interno, sem contar na possibilidade de uso de cartão de memória de 200 GB. A fluidez do sistema é total, aliado ao seu poderoso processador de seis núcleos a 1800 MHz!

Seu display é um show a parte em qualidade gráfica – com absurdos 564 dpi – brilho e contraste de cor, o que permite uma perfeita visibilidade mesmo em ambiente de intensa luz solar, além de fácil limpeza e amplo ângulo de visão, possui a proteção Gorilla Glass 3. O melhor display que já vi até agora num smartphone! Possui tecnologia AMOLED, ClearBlack, com controle automático de brilho e tela capacitiva multiponto ultrassensível.

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Figura 2 – Aspecto geral do display do Microsoft Lumia 950 e interface do Windows 10 Mobile.

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Figura 3 – Aspecto da interface “Todos os aplicativos” do Windows 10 Mobile no Microsoft Lumia 950.

O acabamento do produto é muito bom, os botões laterais dão um charme a mais ao produto. A capa traseira, que pode ser facilmente trocada, também possui um aspecto visual muito bom, além de ótima pegada. O aparelho é bastante leve e fino para um aparelho com 5,2 polegadas de tela, pesando apenas 150 gramas. Gostei bastante da pegada e do peso do aparelho. Pra quem só viu o produto em fotos e vídeos eu afirmo: o produto é realmente top.

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Figura 4 – Aspecto dos botões laterais do Microsoft Lumia 950.

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Figura 5 – O Microsoft Lumia 950 possui uma tela de 5.2” e boa pegada.

O aparelho possui um sistema de reconhecimento de íris para identificação do usuário – o Windows Hello – que tenho usado bastante – até já me viciei, deixando de usar o teclado para a senha de acesso – e que tem funcionado melhor do que eu esperava, uma vez que uso óculos de grau e durante o “cadastro” da íris o sistema recomendou a retirada dos óculos – que logicamente não obedeci – mas mesmo assim o funciona satisfatoriamente, inclusive em ambiente sem luz! Quando, por algum motivo – que pode ser distância ou alinhamento – o Windows Hello não reconhece a íris, o teclado é habilitado para a inserção manual da senha de acesso. Mas, como citei, tenho usado pouco a inserção manual – geralmente após o aparelho ser reiniciado há a necessidade de informação do PIN manualmente – pois já me acostumei com a facilidade do Windows Hello.

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Figura 6 – O reconhecimento de íris do Microsoft Lumia 950 em ação.

O que senti falta no aparelho – em relação ao meu Lumia 925 anterior com Windows Phone 8.1 – foi o recurso de duplo toque na tela para ativar o desbloqueio. Aliado ao Windows Hello este recurso seria muito mais prático do que pressionar o botão lateral do aparelho. Também tenho estranhando a ausência de outro recurso que eu usava – e gostava – bastante: virar o aparelho para silenciar uma chamada que não desejava atender. Espero que uma atualização futura do firmware possa trazer estes recursos ao aparelho.

Falando um pouco das câmeras, as mesmas são um show à parte! A traseira, com 20 megapixels, lentes Zeiss e tecnologia PureView possui abertura f/1.9, distância focal de 26 mm e sensor retroiluminado com 1/6.1 cm de tamanho e sistema de flash natural, com três leds. O sistema de foco pode ser manual ou automático e permite focalizar um objeto com até 10 cm de distância. É simplesmente espetacular!

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Figura 7 – Aspecto traseiro do Microsoft Lumia 950 e o detalhe de sua câmera PureView com lestes Zeiss e sensor de 20 megapixels com flash triplo led natural.

A qualidade das imagens é simplesmente incrível. As fotos podem ser salvas em formato JPG e também RAW (DNG), o que adorei, pois como sou amante da fotografia, adoro fotos com a alta qualidade que só um arquivo RAW pode proporcionar. Em termos de gravação de vídeo, aí é imbatível: filma em 4K e 30 fps, com estabilização óptica e quatro microfones. Com certeza o Lumia 950 se tornará minha nova câmera para o registro fotográfico do cotidiano.

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Figura 8 – Exemplo de uma foto do tipo JPG tirada com o Microsoft Lumia 950 durante o anoitecer.

A câmera frontal também dá um show. Com resolução Full HD para gravação de vídeo, tem 5 megapixels de resolução para fotos, com lente grande-angular e abertura f/2.4. Não é qualquer câmera fotográfica de bolso que possui essa abertura de lente não!

E os sensores? Bom, o Lumia 950 possui barômetro, giroscópio, SensorCore, acelerômetro, magnetômetro, sensor de proximidade e sensor de luz ambiente. Tá bom pra você? Pra mim tá ótimo!

Quanto a usabilidade, sua bateria de 2900 mAh segura bem o dia. E olha que todos os recursos do aparelho ficam ligados o tempo todo comigo: dados da rede celular, Wi-Fi, Bluetooth, Windows Hello, brilho automático da tela e aplicativos em segundo plano, como Skype e Mensagens, Calendário, Outlook, MSN Notícias, Twitter, Disqus, MyTube e aplicativos de blogs especializados em tecnologia. A bateria é substituível.

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Figura 9 – Curtindo minhas músicas no Deezer usando o Microsoft Lumia 950 pra se conectar com a caixa de som portátil da Sony via Bluetooth.

A carga rápida da bateria esquenta o aparelho e por isso estranhei um pouco na primeira vez, mas depois que atinge cerca de 50% da carga em incríveis 30 minutos a temperatura abaixa e depois que atinge 100%, mesmo conectado, a temperatura cai para a normal de uso, ou seja, quase imperceptível. Considerando que na minha região a temperatura é bem elevada, considero aceitável, apenas estranhei a primeira vez.

Em relação a minha experiência com o Windows 10 Mobile ainda estou me acostumando com todos os seus recursos, em relação ao Windows Phone 8.1 que usava anteriormente com o Lumia 925. Muita coisa avançou e aproximou a experiência com o sistema em relação à versão para PC, notebooks e tablets, o que é muito legal, pois adoro a integração entre sistemas e a sensação de continuidade na usabilidade proporcionada.

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Figura 10 – Na sala ou no quarto, vejo minhas fotos diretamente na TV via rede Wi-Fi a partir do aplicativo Lumia Play To.

O sistema é fluido e sem travamentos, mas tenho sentido falta da integração dos eventos do Calendário marcados como “Busy” (ocupado) com o modo “Quiet Hours” da Cortana. Adorava usar este recurso no Windows Phone 8.1 para evitar o recebimento de chamadas e mensagens indesejadas em eventos específicos, como reuniões, palestras e eventos agendados marcados com o status de ocupado. Espero que nas futuras atualizações do Calendário este importante recurso retorne ao Windows 10 Mobile.

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Figura 11 – Ao ligar o veículo o sistema Sync do carro (também Microsoft) ativa o Bluetooth do Microsoft Lumia 950 automaticamente, permitindo os comandos de voz para ativar o telefone ou mesmo para ouvir músicas a partir do celular.

Ainda não tive a oportunidade de usar o Lumia 950 no modo Continuum, o que espero fazer posteriormente, quando relatarei aqui a experiência.

Minha avaliação final do produto? Espetacular! Realmente, top de linha nos recursos e também no acabamento. Que o Windows 10 Mobile atinja um novo patamar em recursos, usabilidade e integração com a versão de aniversário prevista para o início de agosto. Já estou ansioso pela atualização!

Inteligência Artificial: a exterminadora de privacidade

A Internet – ainda – é um território livre, mas está cada vez mais acirrada a briga entre as gigantes do setor para “conhecer os hábitos” do internauta a ponto de invadir sua privacidade usando-se de argumentos aparentemente revolucionários e que trarão sempre vantagens para as pessoas.

O problema é que toda evolução tecnológica desenvolvida sob pretextos nobres no mundo virtual tem um propósito financeiro e de domínio do setor, sendo imposta ao usuário – sempre em conta gotas para uma melhor absorção e sem grande percepção. Mas será que realmente o objetivo é realmente nobre? Será que precisamos realmente de uma intervenção tão presente em nossas vidas, em tudo que fazemos, mesmo nas coisas mais despropositadas, como uma simples navegação pela Internet? Eu penso que não, e chego a me assustar com tamanho avanço que o ser humano atingiu no desenvolvimento da Inteligência Artificial – IA – num espaço de tempo tão curto e aplicado ao mundo virtual no qual estamos apenas engatinhando – a Internet como conhecemos tem apenas 20 e poucos anos.

Não sejamos ingênuos. Sabemos que estamos expostos desde o primeiro momento que entramos na nuvem da Internet. Desde o nosso endereço virtual – o número IP de nossos dispositivos no momento que estamos conectados, aliado ao GPS, que permite saber em que parte do planeta estamos – até aquilo que desejamos expor conscientemente através de nossas redes sociais – e também de forma inconscientes, quando nos rendemos às tentações do “saiba aqui o significado do seu nome” ou mesmo “encontre aqui a sua cara metade”, tudo o que fazemos na nuvem pode ser medido, analisado, espionado e, com certeza, armazenado – inclusive com a tecnologia atual tudo quanto é informação já pode ser totalmente armazenada, sem a necessidade de descartar nada, por mais insignificante que possa parecer a informação. É o preço que se paga para ter em troca o mundo ao toque da tela de nossos dispositivos, mas daí estarmos a mercê de robôs cada vez mais inteligentes, analisando tudo que publicamos – e até mesmo o que pensávamos em publicar e que acabamos desistindo ou mesmo imaginar o que estamos a escrever – é algo realmente intimidador, no mínimo.

Esta semana, uma das gigantes da Internet atual – o Facebook – anunciou o seu “robô” com Inteligência Artificial, chamado DeepText.

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Figura 1 – DeepText é o novo robô com Inteligência Artificial desenvolvido pelo Facebook.

Segundo a empresa, o texto é a forma predominante de comunicação no Facebook – daí o uso cada vez maior de aplicativos de troca de mensagens como Skype, WhatsApp, Telegram, Viber, Messenger e outros –, então é importante para a companhia compreender as várias maneiras que o texto é usado nos seus produtos – rede social e o Messenger – e como isso poderá ajudar a melhorar a experiência das pessoas com seus produtos. Uma das vantagens, segundo o Facebook, seria até mesmo a eliminação de Spam na rede social.

O DeepText é um robô com IA avançada, desenvolvido para cada vez mais compreender e aprender, com base no texto digitado pelos usuários, com precisão quase humana – reparem bem: precisão quase humana – o conteúdo de milhares posts por segundo, abrangendo inicialmente mais de 20 idiomas.

A tecnologia DeepText já está sendo testada em algumas experiências de Facebook. No caso do Messenger, por exemplo, DeepText será usado para obter uma melhor compreensão de quando alguém pode querer ir a algum lugar.

Também estão começando a usar modelos de DeepText de alta precisão e multi-linguagem para ajudar as pessoas a encontrar as ferramentas certas para sua finalidade. Por exemplo, alguém poderia escrever um post que diz: “Eu gostaria de vender minha bicicleta velha por R$ 200, alguém interessado?”. DeepText seria capaz de detectar que o post é sobre a venda de algo, extrair as informações significativas, tais como o objeto que está sendo vendido e seu preço e pedir ao vendedor para usar as ferramentas existentes que facilitam essas transações através do Facebook.

O DeepText tem o potencial para melhorar ainda mais a experiência do Facebook em compreender as mensagens cada vez melhor para extrair a intenção, sentimento e entidades (por exemplo, pessoas, lugares, eventos, etc.), usando sinais contraditórios de conteúdo como texto e imagens, e automatizando a remoção de conteúdo censurável como spam.

E o projeto do Facebook não para por aí! Os próximos passos do DeepText são:

Interesse em melhor compreender as pessoas
Compreensão conjunta do conteúdo textual e visual
Novas arquiteturas de rede neural profunda

Empresas como Google, Facebook e Microsoft investem pesado em evoluir a capacidade de as máquinas pensarem.  Do outro lado, há os que veem um risco sério na evolução desenfreada da IA, que poderia colocar em risco o futuro da humanidade. O físico Stephen Hawking, por exemplo, vê sérios riscos no desenvolvimento de inteligência artificial além do patamar que temos atualmente. Segundo o cientista, formas primitivas de inteligência artificial criadas até hoje são comprovadamente úteis – ele mesmo se comunica atualmente através de um sistema baseado em IA – mas ele teme as eventuais consequências de se criar algo que possa superar o pensamento do ser humano, acreditando que isso poderá evoluir por si mesmo e se redesenhar de forma contínua e crescente, superando inclusive a lenta evolução biológica dos seres humanos, que não poderiam competir de igual pra igual e, portanto, logo seriam sobrepostos.

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Figura 2 – O físico Stephen Hawking mostra-se preocupado com o avanço da Inteligência Artificial além dos moldes atuais.

A coisa é séria! O próprio Google decidiu tomar precauções, caso suas máquinas se rebelem! A DeepMind, adquirida pela companhia em 2014 e que se tornou seu braço de IA, criou medidas de segurança para que operadores humanos possam, em caso de necessidade “tomar controle de um robô que não esteja se comportando e que possa causar consequências irreversíveis”. Smiley surpreso

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Figura 3 – Ilustração baseada no filme: O Exterminador do Futuro.

Imaginar que chegamos ao ponto de a vida imitar a arte ao nível do filme “O Exterminador do Futuro” é algo, realmente, assustador não? O que você acha a respeito? Deixe sua opinião a respeito aqui no site.