Soluções Microsoft x Software Livre: O TCO venceu

A partir de 11 de novembro de 2016, os software e serviços da Microsoft substituirão o programa de “software livre” que nunca vingou, desde sua implantação imposta pelo governo em 2003.

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Figura 1. Produtos Microsoft voltarão a ser utilizados pelo governo brasileiro.

Sendo assim, os órgãos integrantes do SISP – Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação – deverão encaminhar manifestação de interesse em adquirir diversas soluções da Microsoft, que pode incluir produtos como: Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint etc.), Windows Professional, Windows Server e Client Access Licence, por meio de licenças perpétuas e subscrições, para atendimento das demandas dos órgãos participantes.

Durante mais de uma década a aquisição de produtos de software da Microsoft foi vista pelo governo brasileiro como um “símbolo de gastança”, mas a verdade que que o “software livre” nunca significou “gratuidade” e – no final das contas – o Custo Total de Propriedade – TCO (Total Cost of Ownership) comprovou que usar soluções baseadas em código aberto não é – e nem nunca foi – sinônimo de menor custo.

A política de adoção de “software livre” no governo sempre foi controversa, pois nunca foi adotada por organismos poderosos como Receita Federal e Banco Central, além dos bancos oficiais. Até mesmo o Ministério do Planejamento, desde o ano passado, já desobedecia a política da STI (Secretaria de Tecnologia da Informação) em prol do uso de “software livre”, quando comprou soluções e serviços da Microsoft.

Recentemente a Microsoft anunciou a escolha e a criação em Brasília do seu “Centro de Transparência”, que tem por finalidade a segurança cibernética e a troca de informações com governos da América Latina sobre a origem de ataques virtuais.

Fonte da informação: Convergência Digital

Pointing up Explicando: O TCO (Custo Total de Propriedade, tradução de Total Cost of Ownership) é um sistema de cálculo destinado à avaliação da relação custo x benefícios relacionados à compra de componentes para a gestão de TI (Tecnologia da Informação). O conceito foi inicialmente desenvolvido pelo Gartner Group, sendo que hoje existem diversas variantes que oferecem maior o menor sofisticação. O objetivo deste cálculo é a obtenção de um número que contemple todos os custos envolvidos ao longo do ciclo de vida de uma solução de TI.

Por exemplo: Uma solução de “software livre” é interpretada erroneamente – por muita gente do ramo de TI, inclusive – como algo que implica na redução de custos em detrimento o uso de soluções proprietárias, como os produtos da Microsoft.  Acontece que o uso de solução baseada em “software livre” exige o custo extra de profissionais qualificados para o desenvolvimento, suporte e manutenção das soluções, entre outras variáveis, o que é comprovadamente menos eficiente na relação custo x benefício final.

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